Olaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa meu povão estava com saudades dos trabalhos de vocês!
Então vamos começar com uma cantora que surgiu das profundezas do inferno e que fui descobrir o nome dela hoje ao fazer o review: NONA HARVARD (de Prais?)! Pra ser bem sincera, quando li o nome desse EP + o da cantora e sabendo que ela era da Antonietta vocês já sabem minha reação né?
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
LÁ VEM A ANTONIETTA QUERENDO SER GABI.
TÁ. Mas ai é que mais uma prova que o APOCALIPSE do fake pop world está chegando surgiu: O. EP. DA. DEMÔNIA. É. MARAVILHOSO.
SERIÃO POVO DE DEUS. Eu não vou falar de faixa por faixa, mas do EP em si, pois em breve teremos um Metacritic na FPW (Será que eu podia vazar isso?). Mas é assim: O mundo da música fake precisava de algo assim, descontraído, que não focasse em conceitualismo ZZzzz demais.
Nona Harvard conseguiu fazer a receita certinha da Dona Benta: uma mistura de conceito, pornochanchada sem apelação, uma jogadinha on the dancefloor e uma leve pitada de comédia. A última faixa do álbum que o diga: PERFEIÇÃO E JÁ É MEU RINGTONE.
Vocês devem está pensando: NOSSA FILOMENA ESTÁ LOUCA. Vocês podem ter razão, mas um grande foda-se pra vocês <3


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